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domingo, 9 de março de 2014

Cidade onde a maioria são mediuns[ Palmelo] supostas curas relatadas nesse video!

parte   2                                                    

parte 1



Documentário mostrando supostas curas!







parte final

sábado, 18 de janeiro de 2014

sábado, 11 de janeiro de 2014

mistérios curas espirituais existem? 25 especialistas de oito nacionalidades, estuda se a cura de duas mulheres!


O Comitê Médico Internacional de Lourdes (CMIL), composto de 25 especialistas de oito nacionalidades, estuda se a cura de duas mulheres que tinham câncer pode ser considerado um milagre da Virgem de Lourdes. Conforme o co-presidente do Comitê, Jacques Perrier, bispo de Tarbes e Lourdes (sudoeste da França), os médicos dedicaram parte de sua reunião anual do fim de semana passado a estudar estes dois casos.
O clérigo destacou "o caráter instantâneo e duradouro de sua cura, a ausência de seqüelas e o fato de as doentes terem conscientes de que lhes aconteceu algo", como elementos que apontariam para a existência de um milagre, conforme o diário Libération. Antes de considerar sua cura como milagrosa, os especialistas deverão assegurar-se de que as duas doentes sofriam de câncer.
Perrier não quis revelar a identidade das duas mulheres para preservá-las da "pressão da mídia". As duas mulheres, uma delas na casa dos trinta anos e a outra sexagenária, poderiam somar-se à lista de 65 milagres reconhecidos pelo Comitê Médico desde 1958.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Carro para em cruzamento e do nada começa a incendiar.

  1. .Muitas pessoas sentiram :que estavam quase a explodir, ou sentiram um fogo no estômago, mas até agora não há relatos de alguem irrompendo em chamas devido a combustão.......***

INTRODUÇÃO: LEIA MAIS ABAIXO

  1. Carro para em cruzamento e do nada começa a incendiar. Outros motoristas ajudam no combate ao incêndio. Foi por pouco.O processo pelo qual um corpo humano arde em resultado do calor gerado por acção química interna
  2. Muitas pessoas sentiram que estavam quase a explodir, ou sentiram um fogo no estômago, mas até agora não há relatos de alguem irrompendo em chamas devido a combustão espontânea partindo do interior. É verdade que algumas pessoas explodiramou pegaram fogo, mas as causas detectadas foram sempre de origem externa. A ideia de um animal, humano ou não entrar em ignição espontaneamente é absurda. Talvez por isso as histórias abundem nos livros de "mistérios."
Para ser leal para os amantes de mistérios, deve-se notar que a CHE é reservada quase exclusivamente a cadáveres. Há muito poucos relatos respeitantes a vivos. Uma dessas refere-se a um alemão do sec. XVII que entrou em autocombustão após ter bebido muito brandy. Se isso fosse uma causa, deveriamos ter muitissimos casos e não um isolado na Alemanha.
Cépticos não acreditam que haja casos de CHE bem documentados, embora haja algumas centenas de histórias acerca de pessoas e cadaveres que entraram em combustão espontânea. Muitas delas são relatórios de policias perplexos com corpos parcialmente queimados junto a tapetes ou mobilias intactas. "Que mais pode ser?" perguntam. Bem, porque não um cigarro aceso deixado cair sobre a roupa, ou alguem que incedeia a vitima. A maior parte destas vitimas são idosos que podem ter sido queimados pelos seus assassinos ou que acidentalmente pegaram fogo a si mesmos.
A possibilidade fisica de uma CHE é remota. O corpo humano é basicamente água, mas, para lá de tecido gordo e gás metano, não há muito mais que arda facilmente. Cremar um corpo humano requer enormes quantidades de calor durante muito tempo. Não é fácil obter uma reacção quimica no corpo humano que o faça entrar em ignição. O ponto de ignição da gordura é baixo, mas manter a combustão exige uma fonte externa. Se o defunto tiver comido uma grande quantidade de feno infectado por bactérias, pode ser gerado calor suficiente para o feno arder, mas pouco mais além dos intestinos e do estômago arderia. 
O facto de um fogo queimar umas coisas e outras não, parecendo ter começado no interior do corpo, ou não se encontrar outra evidência para Iá de um corpo queimado, não implica que a explicação mais razoável seja a combustão humana espontânea.
Há coisas que não podemos explicar porque não temos dados suficientes. Não parece benéfico especular sem termos bases para a nossa especulação. Já alguem tentou provocar a combustão de um cadáver? Algum funcionário de alguma morgue presenciou uma CHE? Se sim, onde estão os relatórios? Ou tambem há uma conspiração de silêncio das casas mortuárias? Porque é que os corpos só ardem para policias?
Há mais questões a considerar. O fogo atinge mais de 90 graus fonte:http://brazil.skepdic.com/che.html

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

As origens do Natal

As origens do Natal


As tradições cristãs são fruto de um amplo diálogo com os costumes judaicos e pagãos.


Ao tratar da Idade Média, poucos professores exploram a fundo a dinâmica cultural envolvida nesse período histórico. Fazendo breve referência ao diálogo entre as culturas romana e germânica, transformam o mundo medieval em uma situação cristalizada do dia para a noite. Quando muito, destacam as possíveis comparações entre o comitatus germânico e as relações de susserania e vassalagem; ou estabelecem a relação presente entre a formação dos feudos e as villas concebidas durante a Crise do Império Romano.

Entretanto, não descartando a relevância das análises citadas, acreditamos que as negociações que marcam a criação do mundo medieval possam ser aproximadas do cotidiano da turma. Nesse âmbito, o processo histórico que marca a celebração do natal é um excelente tema para se expor as influências que forjam a cultura medieval e que, no caso, ainda se mostram presentes em nosso cotidiano.

Como sugestão, indicamos o trabalho com um texto do editorial do jornal Folha de São Paulo publicado em 25 de dezembro de 1995. Intitulado “É Natal”, o breve artigo faz a seguinte análise da data comemorativa:

“Celebrar o Natal é uma tradição. As chances, contudo, de Jesus de Nazaré ter nascido num dia 25 de dezembro são uma em 365. O registro mais antigo de uma celebração de Natal remonta a 336 d.C.. O 25 de dezembro foi escolhido com base no seguinte raciocínio: o mundo foi criado em um equinócio de primavera (25 de março) [no hemisfério Norte], logo, esta também foi a data da concepção do filho de Deus. Somam-se nove meses, chega-se a 25 de dezembro.

Esse raciocínio não esconde certa esperteza. Uma das mais populares festas romanas, a Saturnália, ocorria entre 17 e 24 de dezembro. Outro festival muito popular, especialmente entre os legionários da Ilíria (Bálcãs), era o culto a Mitra, o deus iraniano [persa] da luz, cujo aniversário era celebrado em 25 de dezembro, o solstício de inverno [no hemisfério Norte].

Ao fazer o Natal coincidir com essas festas tão populares, o cristianismo dava um duro golpe na concorrência e preparava o terreno para tornar-se a principal religião da Europa. O próprio imperador Constantino, antes da sua conversão, era um devoto de Mitra.”

Por meio dessa passagem, o professor pode levantar importantes questionamentos sobre vários campos de conhecimento que não se restringem somente à História. Abrindo diálogo com as Ciências, o professor pode requerer uma breve explicação sobre os fenômenos naturais relacionados ao equinócio e ao solstício. Por meio dessa informação, é possível delimitar os referenciais simbólicos que estão próximos a essas épocas distintas do ano.

Além disso, o professor pode ainda trabalhar sobre a menção que o texto faz ao imperador romano Constantino. Perguntando sobre a importância do imperador para o cristianismo, é possível notar que a religião cristã nasce em meio a uma série de outros valores e costumes que não seriam indiferentes ao desenvolvimento dessa nova crença. Nesse sentido, vale a pena reforçar as datas coincidentes entre o calendário pagão e a fixação do Natal enquanto celebração cristã.

Por meio desta análise, o professor tem condições de realizar uma interessante constatação sobre a religião cristã. Ao contrário do que alguns alunos possam pensar, a doutrina cristã trilhou um longo caminho após Jesus Cristo empreender os ensinamentos que fundamentaram a religião. Mais do que questionar a valor da religião em si, é possível expor que ela também está cercada pelas escolhas do homem e da História.


fonte:http://educador.brasilescola.com/estrategias-ensino/as-origens-natal.htm


sábado, 21 de dezembro de 2013

OVNS REALIDADE FATO OU FICÇÂO??!

Outro dia vi na televisão um debate sobre óvnis onde, pela milésima vez, um fã dos discos voadores levantou o seguinte argumento: “Mas você acha mesmo que estamos sozinhos no universo?” E, pela milésima vez, fiquei decepcionado ao ver que nenhum dos outros debatedores, em vez de balançar a cabeça diante da gravidade da pergunta, dava a resposta lógica: “E daí?”
Explico. É um fato inegável que óvnis – objetos voadores não-identificados – existem. Você olha para o céu, vê uma coisa voando, não consegue identificá-la: eis aí um óvni. Também é inegável que, num universo como o nosso, onde novos planetas são descobertos quase diariamente e algumas das moléculas fundamentais da vida flutuam pelo espaço e caem do céu em meteoritos, a probabilidade de a biosfera terrestre ser única é ridiculamente baixa. Meu “e daí?” apenas busca evidenciar que não há nenhuma ligação lógica entre as duas coisas.
De 95% a 99% de todos os óvnis investigados acabam tendo algum tipo de explicação mundana – são planetas, estrelas, balões, aviões, nuvens, pássaros, satélites, meteoritos, alucinações, fraudes. Para dar conta do resíduo de casos inexplicados, algumas pessoas propõem a chamada “hipótese extraterrestre”: esses objetos seriam naves tripuladas por seres inteligentes vindos do espaço.
Mas há vários problemas com essa hipótese. O primeiro é a falta de evidências: setudo o que você tem para apresentar é uma luz esquisita no céu, qual sua base para afirmar que se trata de uma nave extraterrestre e não (digamos) da carruagem celeste do deus Thor ou, mesmo, de um fenômeno natural obscuro? Quando o único ponto de partida é a ignorância – o objeto em questão é “não-identificado”, lembre-se – hipóteses podem ser multiplicadas ao infinito, sem nada que permita escolher uma no lugar da outra.
Quando o único ponto de partida é a ignorância, hipóteses podem ser multiplicadas ao infinito
Uma peneira clássica, nessa hora, é a da plausibilidade: mesmo na ausência de evidências, algumas hipóteses podem ter mais chance de ser verdade que outras. É aí que a cartada do “sozinhos no universo” entra: se não estamos sós, vai o raciocínio, então a hipótese de visitantes extraterrestres torna-se um pouco mais plausível.
Mas o ganho é ilusório. Ele depende, crucialmente, de uma cadeia de premissas ocultas, cada uma menos plausível que a outra, a saber: que “vida” implica “vida inteligente”; que “vida inteligente” implica “tecnologia avançada”; que “tecnologia avançada” implica “viagem interestelar” – e que, numa galáxia de 100 bilhões de estrelas, “viagem interestelar” implica “dar uma passadinha na Terra e ser observado, sob a forma de uma luz esquisita, pelos nativos”.
A ideia de que a evolução da vida leva inevitavelmente à inteligência, de que a inteligência leva à tecnologia e a tecnologia, ao espaço, não passa de um preconceito antropocêntrico – na verdade, ocidental – a que fomos habituados pela ficção científica. Mas a vida lá fora, se houver, pode ser toda feita de bactérias, ou de toupeiras filósofas que só querem saber de cavar túneis. Ou, em geral, de criaturas que têm mais a fazer do que gratificar a vaidade humana.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

É uma foto de você? Será que isso corresponde a um par de 6000 anos? Como eles morreram?

AMANTES E Valdaro Hasanlu.

Em 1972 escavações Hasanlu Irã foram feitas em Solduz Valley. Em uma área onde os restos humanos foram datados de 6.000 anos atrás. De repente, o elevador uma laje de pedra encontradas 5 toneladas o que você vê na imagem abaixo.

É uma foto de você? Será que isso corresponde a um par de 6000 anos? Como eles morreram?

eterno amor como algo que nunca morre, é uma idéia romântica e reconfortante que tem alguma atração todos nós acorda e quando vemos uma fotografia como o topo. Um casal a beijar e abraçar a morte como um último ato feito na vida. Como se não existisse a morte ... A imagem que vemos uns aos outros é uma imagem real , foi feita durante uma escavação em 1972 e é atualmente armazenado no Museu da Universidade da Pensilvânia LIGAÇÃO . Ele é visto dentro de uma tumba que era um casal sem qualquer objeto, nu e se abraçando em um último beijo. Dizia-se que era um casal de 6.000 anos atrás, mas, aparentemente, os restos mortais são aqueles ossos datados de 800 anos aC. Isto significa que a sua antiguidade, então, seria cerca de 2800 anos. Bem, é lógico que eles não eram tão no entanto têm idade suficiente para ser considerado como tendo sido juntos para sempre. Se os ossos tinham sido 6.000 anos estaria exausto, no entanto, pelas condições da tumba, mantiveram-se bastante bem. que não se sabe é a razão para a sua morte e / ou como eles chegaram a essa posição peculiar. Alguns dizem que foi uma "brincadeira" de um doente, coveiro sádico. Outros dizem que ele morreu lentamente, pois falta oxigênio e estavam dormindo abraçada. Outros, no entanto, pensar que um morreu primeiro, depois o outro cometeu suicídio tomando algum tipo de veneno. Masos "amantes", amantes Hasanlu não são os únicos que morreram amantes se abraçando. Na verdade, não é um caso ainda mais curioso se possível. Estes são os amantes Valdaro. Estes são alguns outros há 6.000 anos no Neolítico. Eles foram descobertos em 2007, perto de Mantova, Itália.Este é um jovem casal. Um menino e uma menina de 20 e 18 anos como professora Silvia Bagnoli, o presidente da Associação "Amantes em Mantua", afirma que há uma possibilidade de que eles morreram juntos e abraçados.Neste caso, se eles encontraram pistas que dão certas idéias sobre a sua morte. Foi possível criar uma teoria que se baseia em fatos e não em suposições. Entre as evidências encontradas, s e descobriu um ponto de pedra entre as costelas e faca do homem perto do corpo da mulher.Especialistas têm teorizado sobre isso e chegaram à seguinte conclusão: o homem estava morto ou ferido mortalmente quando ele foi colocado no túmulo e que a mulher foi sacrificado com uma faca .. .mas esta é uma teoria. Além disso, se for verdade, não se sabe se este era um ritual comum na frente de um determinado evento (como o confronto entre os povos, por exemplo) ou foi um cotidiano típico de uma sociedade patriarcal.Fonte:
http://misteriossinresover.blogspot.com.br/

3 mistérios da Segunda Guerra Mundial

3 mistérios da Segunda Guerra Mundial

Conheça algumas histórias que surgiram durante o conflito histórico e que jamais foram explicadas.
3 mistérios da Segunda Guerra Mundial
A Segunda Guerra Mundial — batalha que durou de 1939 a 1945 — foi o conflito mais abrangente da história, envolvendo as principais potências mundiais da época e mudando o panorama político e a estrutura social do planeta. Mais de 100 milhões de militares participaram dela, e foi durante essa guerra que as bombas nucleares foram utilizadas pela primeira (e única) vez em combate.
A Segunda Guerra Mundial também foi o conflito mais sangrento da história da humanidade, ficando marcada pelo constante ataque a civis e o holocausto, tendo como resultado entre 50 e 60 milhões de mortes. Contudo, durante a guerra também ocorrerem alguns incidentes bizarros, que nunca ninguém conseguiu explicar direito. O pessoal do site io9 reuniu alguns desses mistérios em um interessante artigo, que você pode conferir a seguir:

O desaparecimento do Voo 19

Fonte da imagem: Reprodução/io9
Conhecido como um dos incidentes mais misteriosos de todos os tempos, o desaparecimento do Voo 19 continua a intrigar os historiadores até hoje. Alguns meses depois do fim da guerra, durante um treinamento no Atlântico que envolveu cinco aviões torpedeiros TBF Avenger da Marinha dos EUA, todas as aeronaves — e 14 pilotos — desapareceram sem deixar vestígios. Aparentemente, o acidente pode ter ocorrido devido a uma infeliz combinação de fatores.
O líder da operação, o tenente Charles Taylor, era conhecido por se perder facilmente enquanto voava, e durante o fatídico dia ele comunicou por rádio que as bússolas não estavam funcionando. Os investigadores chegaram a atribuir a responsabilidade do acidente à má liderança de Taylor, mas como os destroços nunca foram encontrados — e também devido às pressões por parte da família do piloto —, a causa oficial do acidente foi definida como “desconhecida”.
Foi então que jornais e publicações de todo o mundo começaram a incluir elementos sobrenaturais à história, como premonições trágicas e estranhas transmissões de rádio, tornando o caso um dos mais documentados da história do Triângulo das Bermudas. E como até hoje nenhuma das aeronaves foi encontrada, o desaparecimento da esquadrilha continua sendo — tecnicamente — um grande mistério.

Aeronaves-fantasma

Fonte da imagem: Reprodução/io9Mesmo depois do fim da guerra — décadas depois —, ainda existem relatos sobre o avistamento de aviões dessa época, e até de esquadrilhas inteiras, que surgem do nada e desaparecem em seguida. Muitas dessas histórias incluem detalhes sinistros, como pilotos com semblantes tristes acenando para os vivos, aviões que pousaram sem ninguém em seu interior, e aeronaves com os tanques vazios que surgiram com toda a tripulação morta a bordo.
Uma das lendas mais famosas é a de um avião norte-americano que surgiu na costa da Califórnia várias horas após o ataque a Pearl Harbor, visivelmente avariado e deixando um rastro de fumaça. Testemunhas afirmaram ter visto o piloto a bordo, mas, depois que a aeronave caiu, nenhum corpo jamais foi encontrado entre os destroços.

Invasão alienígena

Fonte da imagem: Reprodução/io9
Depois do ataque a Pearl Harbor, que ocasionou a entrada dos EUA na Segunda Guerra Mundial, os norte-americanos ficaram extremamente apreensivos com a possibilidade de uma nova investida inimiga. Assim, tanto o mar quanto o espaço aéreo — principalmente da costa oeste — passaram a ser constantemente vigiados, e a tensão era bem grande, beirando a histeria.
E em fevereiro de 1942, um objeto não identificado foi avistado sobre a cidade de Los Angeles, levando os militares a iluminar o céu com canhões de luz durante diversas noites, com o objetivo de afugentar o possível inimigo. Entretanto, os raios luminosos foram confundidos com mais invasores, e uma bateria antiaérea foi disparada, em um enfrentamento que durou diversos dias e ficou conhecido como “Batalha de Los Angeles”.
A versão oficial é de que a batalha foi desencadeada por um simples balão meteorológico, confundido por uma aeronave inimiga. Contudo, nenhuma aeronave japonesa jamais foi encontrada, e os militares nipônicos negaram ter invadido o espaço aéreo de Los Angeles nessa ocasião. Como resultado, o evento acabou ficando conhecido como um dos mais famosos avistamentos de uma nave alienígena. Até hoje o caso não foi totalmente explicado.

domingo, 8 de dezembro de 2013

FOTOS SOL EM FÁTIMA NO DIA 13/05/2011-ANIVERSÁRIO DAS APARIÇÕES

FOTOS SOL EM FÁTIMA NO DIA 13/05/2011-ANIVERSÁRIO DAS APARIÇÕES
SINAL DO SOL - 13.05.2011

SINAL DO SOL EM FÁTIMA - 13/05/2011Fenomeno visto nos Arredores da cidade de Fatima todo mundo avista essas coroas solares, que são raras mais comuns a cada ciclo solar provavelmente é um fenômeno desconhecido pela ciência mais importante para catolicos de todo mundo !
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sábado, 7 de dezembro de 2013

Conheça os infindavèis misterios que a ciência ainda não solucionou!

As Esferas Sulcadas:

Pelas últimas décadas, mineiros na África do Sul têm desenterrado misteriosas esferas metálicas.De origem desconhecida, estas esferas medem aproximadamente 2,5cm de diâmetro, e algumas são entalhadas com três ranhuras paralelas circulando ao redor da linha do equador. Dois tipos de esfera têm sido encontradas: uma composta de um sólido metal azulado com manchas brancas; a outra possui uma concavidade, preenchida com uma substância branca esponjosa.O surpreendente da história é que a rocha em que foram encontradas é do período Pré-cambriano – e datada de 2.8 bilhões de anos de idade! Quem as fez e com que propósito, ainda é desconhecido.
Headshot Pré-Histórico:

Em 1921, o Museu Britânico recebeu um crânio humano achado por trabalhadores que exploravam uma mina de zinco, situada na colina de Broken Hill, no Zambia (antiga Rodesia do Norte). Os paleontólogos chamaram-no de “Homem de Broken Hill” ou “Homem da Rhodesia”.Trata-se de um homem moderno: da raça Cro-Magnon, que viveu há seis ou sete mil anos.Ele pertence a um indivíduo alto e de idade avançada para a época: uns cinquenta anos de idade.Porém, estudando o crânio perceberam duas coisas: Uma delas aparentemente inexplicável, aquele homem, que havia vivido a milhares de anos atrás, tinha sofrido de una enfermidade dental.E a segunda, mais inexplicável ainda, no lado esquerdo da caveira havia um buraco redondo de bordo plano.A limpeza da ferida sugere que foi causada por um projetil em alta velocidade, como uma bala. No outro lado a caveira está destruida como por ação do projetil ao sair do crânio.Segundo o professor Mair, de Berlín, pareciam buracos de entrada e saída exatamente iguais aos que deixaria uma bala moderna. Porém, este objeto enigmático não é único.Existe a caveira de um uro (tipo de bisonte extinto) que foi encontrado próximo do Rio Liena, na URSS.Ela apresenta um buraco perfeitamente redondo e polido, parecido uma ferida de bala.O uro viveu ainda muitos anos depois de ser ferido.Estas caveiras sugerem a surpreendente possibilidade de que há muitos milenios a agressividade humana já teva à sua disposição instrumentos mais sofisticados do que simples flechas de sílez.
As Pedras Dropa:

Em 1938, uma expedição arqueológica liderada pelo Dr. Chi Pu Tei (Heheheh!) nas montanhas Baian-Kara-Ula da China, fez uma surpreendente descoberta em algumas cavernas que aparentemente foram ocupadas por alguma cultura antiga.Enterradas sob a poeira das eras, no chão da caverna haviam centenas de discos de pedras.Medindo aproximadamente 23cm de diâmetro, cada uma possui um círculo cortado no centro, e foi talhada com uma ranhura espiral, fazendo com que se pareça, com muita semelhança, a um antigo disco de vinil, de 10.000 à 12.000 anos de idade.As ranhuras espirais, como se constatou mais tarde, são na verdade compostas de pequeninos hieróglifos que contam a incrível história de espaçonaves de algum mundo distante, que aterrissaram nas montanhas.As naves eram pilotadas por pessoas que se auto-denominavam os “Dropas”, e os restos de seus descendentes, possivelmente, foram descobertos na caverna. (E outra parte ainda, misturou-se aos humanos, Mudou o nome para “Drops” e criou a Bala Soft…)
As Pedras de Ica:

No início dos anos 1930, o pai do Dr. Javier Cabrera, Antropólogo Cultural de Ica, Peru, descobriu várias centenas de lápides de pedras, em cavernas próximas à Ica, no Peru.O Dr. Cabrera, continuando o trabalho do pai, já recolheu mais de 1.100 dessas rochas andesito, que se estima terem entre 500 e 1.500 anos de idade, e são popularmente conhecidas como Pedras de Ica.As pedras possuem entalhes, muitas delas com desenhos sexuais, o que é comum nesta cultura, e algumas mostram ídolos e outras retratam práticas como cirurgia cardiovascular e transplantes cerebrais.Os entalhes mais surpreendentes, entretanto, claramente representam dinossauros, brontossauros, tricerátops, estegossauros e pterossauros.Enquanto os céticos consideram as pedras Icas uma fraude, a sua autenticidade nunca foi provada nem refutada.
Bolas de Pedra Gigante da Costa Rica:

Trabalhadores cortando e queimando seu caminho através da densa floresta da Costa Rica, com o objetivo de limpar a área para plantação de bananas nos anos 1930, se depararam com alguns objetos incríveis: dúzias de bolas de pedra, muitas delas perfeitamente esféricas.Elas variavam em tamanho, de pequena como uma bola de tênis aos surpreendentes 2,5m de diâmetro e pesando 16 toneladas!Apesar de que as pedras são claramente feitas pelo homem, não se sabe quem as fez, com que propósito, e o mais confuso, como conseguiram tanta precisão esférica, ficando sua origem e função um mistério talvez indecifrável para sempre.
O Livro Oera Linda:

O livro Oera Linda é um controverso manuscrito frísio (Frísia, antiga província da Holanda) que trata de temas históricos, mitológicos e religiosos, que primeiro vieram à luz no século XIX.Os temas descritos no Oera Linda incluem catastrofismo, nacionalismo, matriarcado, e mitologia.O texto alega que a Europa e outras terras foram, por boa parte de sua história, governadas por uma sucessão de matriarcas que presidiam sobre uma ordem hierárquica de velhas ninfomaníacas sacerdotisas celibatárias dedicadas à deusa Frya, filha do supremo deus Wr-alda, e Irtha, a mãe terrena.A alegação feita também diz que a civilização Frísia possuía um alfabeto que era o ancestral dos alfabetos Grego e Fenício.O manuscrito da época possui a data de 1256.Alegações internas sugerem que este é uma cópia de um manuscrito mais antigo, que, se genuíno, teria sido escrito por várias pessoas entre 2194 a.C e 803 d.C.
Fósseis Impossíveis:

Fósseis, como aprendemos na escola, aparecem em rochas que foram formadas a muitos milhares de anos atrás.Mesmo assim, existe um número de fósseis que não fazem sentido, nem geológico, nem histórico.O fóssil de uma digital humana, por exemplo, foi encontrado em um calcário estimado em 110 milhões de anos de idade.O que parece ser um dedo humano, que foi encontrado no Ártico Canadense também data de 100 à 110 milhões de anos atrás.E o que parece ser o fóssil de uma pegada humana, possivelmente usando sandálias, foi encontrado próximo a Delta, Utah, em um depósito de xisto, estimado ter de 300 à 600 milhões de anos de idade.Sabe-se que naquela época os humanos que habitavam o planeta não utilizavam calçados. Um mistério.
Objetos Metálicos Inconvenientes:

Os humanos sequer habitavam nosso planeta há 65 milhões de anos atrás, que dirá pessoas que trabalhassem o metal.Então como a ciência explica os tubos metálicos semi-ovóides desenterrados de uma greda cretácea de 65 milhões de anos na França?Em 1885, um bloco de carvão mineral foi quebrado e se encontrou um cubo de metal, obviamente feito por mãos inteligentes.Em 1912, empregados de uma usina elétrica quebraram um grande pedaço de carvão mineral do qual caiu um vaso de ferro!Uma unha foi encontrada incrustrada em um bloco de arenito da Era Mesozóica.Muitas outras peças desse tipo foram encontradas em escavações e encrustradas em minerais.Como teriam sido feitas naquela época tão distante?
A Arca da Aliança:

A Arca da Aliança é considerada o maior de todos os tesouros escondidos, e sua descoberta iria fornecer uma verdade indiscutível de que o Antigo Testamento é um fato concreto.A sua recuperação permanece sendo o objetivo de todo arqueólogo moderno e aventureiro.O seu propósito era conter os dez mandamentos dados por Deus em blocos de pedra à Moisés, no Monte Sinai.De acordo com o livro do Êxodo, a Arca foi feita de madeira de acácia e coberta de ouro por dentro e por fora.Ela foi coberta com um Propiciatório onde foram esculpidos dois querubins de ouro.Acredita-se que possua poderes sobrenaturais devido a uma série de eventos, incluindo causar a morte de um homem que tentou firmar a Arca (quando o transporte de bois cambaleou), derrubar os muros de Jericó em uma batalha e espalhar desgraças sobre os Filisteus depois de a terem capturado.
Existem várias especulações sobre o lugar onde a Arca descansa, mas até agora nunca mais foi encontrada.
Existem várias especulações sobre o lugar onde a Arca descansa, mas até agora nunca mais foi encontrada.
Cabelo de Anjo:

O “cabelo de anjo” é um fenômeno raro, que até o momento tem desafiado a explicação.É feito de filamentos sedosos que “chovem” na terra, mas aproxime-se para pegá-los e eles desaparecerão na frente dos seus olhos.É um fenômeno mundial, ocorrendo mais comumente na América do Norte, Nova Zelândia, Austrália e Europa ocidental.Não há nenhuma prova conhecida para o que causa esta substância, ou sequer do que é feita.As especulações são de que sejam de aranhas gigantes voadoras aladas ou de outro tipo de inseto fiador de seda,e mesmo OVNIs, já que normalmente é associado com avistamento de naves misteriosas.Por causa de sua natureza sensível, é difícil de coletá-los e analisá-los, já que estão sujeitos à contaminação da fumaça de escapamento dos carros, e até mesmo do contato humano, o que poderia distorcer os resultados químicos.
Esses foram apenas alguns, dos vários e inúmeros mistérios inexplicáveis que existem em nosso planeta, e que nunca foram e talvez nunca serão desvendados. fonte : http://www.alemdaimaginacao.com/Noticias/misterios_inexplicaveis.html

Quais mudanças genéticas nos fizeram diferentes dos outros animais?

4. Estamos sozinhos no universo?

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Mais do que determinar a consistência do nosso universo, somos obcecados por saber se existe vida além do nosso planeta.
Neste ano, o telescópio espacial Kepler, da Nasa, identificou (mais) dois sistemas planetários que podem abrigar vida fora do sistema solar. Dos cinco corpos que orbitam a estrela Kepler-62, que fica a 1.200 anos-luz de distância da Terra, há chances de dois deles terem água líquida na superfície. Mas essa é a só a ponta do iceberg.
Dos 1.235 planetas suspeitos até agora, cerca de um terço estão em sistemas multiplanetários solares como o nosso. A julgar por essas descobertas, parece que os planetas são tão numerosos quanto grãos de areia.
Há 25 anos, apenas 9 planetas eram conhecidos, todos em nosso sistema solar. Nós só podíamos imaginar o resto, alimentados por um rico acervo de ficção científica, para o qual o espaço exterior era uma fonte inesgotável de ideias. A situação, no entanto, é diferente agora.
Mesmo assim, encontrar exoplanetas – ou seja, aqueles que estão fora do nosso sistema solar – não é tarefa fácil. Eles não emitem luz própria, apenas refletem a luz de suas estrelas. Dadas as distâncias interestelares envolvidas, até mesmo as estrelas mais próximas de nós não são muito visíveis, por isso identificá-los é um desafio tecnológico.
Uma das formas encontradas pelos cientistas para procurar vida extraterrestre em potencial é observar a oscilação rítmica de uma estrela como o nosso sol, criada pela força gravitacional de um planeta em sua órbita.
Existem maneiras de detectar planetas menores. A nave espacial Kepler foi especificamente projetada para varrer uma parte da Via Láctea e descobrir dezenas de planetas do tamanho da Terra perto de sua zona habitável – região em que a vida como a conhecemos é possível –, determinando quantas das bilhões de estrelas em nossa galáxia possuem tais planetas. Kepler monitora continuamente 145 mil estrelas da Via Láctea.
Também, uma nova equipe internacional de astrônomos apresentou provas convincentes de que nossa galáxia está cheia de planetas do tamanho de Júpiter, à deriva entre as estrelas. A descoberta foi feita por meio de uma técnica ainda mais misteriosa: as microlentes gravitacionais. Com base na premissa de Einstein de que a gravidade dobra a luz, é possível ver objetos escuros no céu, medindo a luz que dobra das estrelas por trás deles. Desta forma, os astrofísicos viram 10 planetas andarilhos, e estima-se que pode haver um ou dois deles para cada uma das cerca de 200 bilhões de estrelas na Via Láctea.
E se planetas do tamanho de Júpiter, que são mais fáceis de detectar, existem aos bilhões, certamente deve haver muitos outros planetas do tamanho da Terra lá fora, girando em torno de suas estrelas a uma distância certa para sustentar a vida. Mas simplesmente não sabemos ainda. E não podemos descartar a hipótese, a propósito, de que em algum lugar, existam criaturas inteligentes, moldadas por uma confluência de eventos improváveis ou forças sobrenaturais, olhando para o céu neste exato momento e pensando “será que estamos sozinhos?”.

3. O que é o tempo?

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Estamos tão acostumados com ele, que raramente paramos para refletir sobre o tempo. Afinal, a passagem do tempo é muito clara: ontem foi passado, hoje é o presente e amanhã será futuro. Mas nem tudo é tão simples assim.
A ideia de que o tempo é uma linha ligando o passado, o presente e o futuro traz um questionamento: seria o tempo uma “direção”? Afinal, nós parecemos estar nos movendo para frente no tempo, mas só podemos ver eventos que já ocorreram.
O que acontece é que medimos a passagem do tempo com base no movimento. Pense: os dias, meses e estações do ano são cíclicos. Temos a impressão de que o tempo está indo para frente, mas podemos muito bem estar andando em círculos. Além disso, condicionamos nossas ações com o tempo: dizemos que um carro levou horas para fazer um percurso ou que o coração de uma pessoa bate um determinado número de vezes por minuto.
“O tempo pode ser apenas uma ‘moeda comum’ ou uma unidade de movimento com a qual todos os outros movimentos são medidos, tornando mais fácil a descrição do mundo, mas sem ter uma existência independente”, sugere Rawy Shaaban, um dos autores da página “Across the Universe: from quarks to quasars”. “Medir processos (de movimento) usando tempo é como usar dinheiro ao invés de troca direta de mercadorias”.
Curiosamente, o presente não pode ser restrito a uma medida de tempo. Quanto dura o “agora”? Um segundo? Um milésimo de segundo? Podemos até considerar que o presente, teoricamente, não existe. Afinal, quando os estímulos externos chegam ao nosso cérebro, o que aconteceu já é passado. E o futuro ainda está por vir. Vivemos nesse pequeno (e, ao mesmo tempo, imensurável) intervalo entre o passado e o futuro, que pode nem existir.
“Isso sugere que nossa percepção do tempo como passado, presente e futuro pode ser apenas uma ilusão criada por nossa mente em uma tentativa de entender o mundo em transformação que nos cerca”, afirma Shaaban. Nesse caso, como as mudanças do mundo ocorreriam se não existisse o tempo? A pergunta inicial permanece.
Entretanto, nem todos concordam com a ideia de que o tempo não passe de um devaneio coletivo. “O tempo é supremo, e a experiência que todos nós temos de que a realidade é o momento presente não é ilusão, mas a mais profunda pista que temos sobre a natureza fundamental da realidade”, defende o físico teórico Lee Smolin.

2. Quais mudanças genéticas nos fizeram diferentes dos outros animais?

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Cada geração de antropólogos se propõe a explorar a questão e tentar respondê-la: “O que nos torna humanos?”. O famoso paleontólogo Louis Leakey acreditava que fosse a capacidade de construir ferramentas que nos tornava únicos. Por isso, quando ele descobriu ossos de hominídeos perto de ferramentas de pedra na Tanzânia, em 1960, ele batizou o suposto grupo responsável pelas ferramentas de Homo habilis, o mais antigo membro do gênero humano.
No entanto, pouco tempo depois, a primatologista Jane Goodall demonstrou que chimpanzés também usam tipos de ferramentas, e hoje a discussão entre os pesquisadores é se os H. habilis realmente pertencem ao gênero Homo.
Elizabeth Culotta, da revista Science, conta que estudos posteriores creditaram o domínio dos humanos na Terra a traços tais como o bipedalismo, a cultura, as línguas, o humor e, claro, um grande cérebro. “No entanto, muitas dessas características também podem ser encontradas, pelo menos em algum grau, em outras criaturas – chimpanzés têm cultura rudimentar, papagaios falam e alguns ratos parecem rir quando recebem cócegas”, conta.
O que é incontestável é que os seres humanos, como todas as outras espécies, têm um genoma único, moldado por nossa história evolutiva. Com o genoma humano já mapeado e os dados sobre o genoma dos primatas começando a surgir, estamos entrando em uma era na qual pode se tornar possível identificar as mudanças genéticas que ajudam a nos separar de nossos parentes mais próximos.
As diferenças genéticas reveladas entre humanos e chimpanzés podem ser profundas, apesar de as estatísticas apontarem que apenas cerca de 1,2% do nosso DNA é diferente. Isso porque uma simples mudança de 1% pode afetar milhares de genes – e a diferença percentual se torna muito maior se você contar as inserções e deleções de cada um.
Mesmo se nós conhecermos os 40 milhões de sequências diferentes entre humanos e chimpanzés, o que elas significam? Provavelmente, muitos genes são simplesmente a consequência de 6 milhões de anos de deriva genética, com pouco efeito sobre o nosso corpo ou o nosso comportamento, enquanto outras pequenas mudanças – como, por exemplo, as sequências reguladoras, não codificadas – podem ter consequências dramáticas.
Chegamos a um novo dilema: apenas metade dos genes que nos diferenciam dos macacos é que pode definir um chimpanzé, em vez de um ser humano. Como é que podemos saber quais são eles?
Segundo Culotta, uma maneira é descartar os genes que foram favorecidos pela seleção natural nos seres humanos. Estudos que buscam sinais sutis de seleção no DNA dos seres humanos e outros primatas identificaram dezenas de genes, em particular aqueles que estão envolvidos na interação patógeno-hospedeiro, reprodução, sistemas sensoriais como olfato e paladar, e muito mais.
“Porém, nem todos esses genes ajudaram a nos diferenciarmos dos nossos primos macacos, originalmente. Nossos genomas revelam que evoluímos em resposta à malária, mas não é a defesa da malária que nos torna humanos”, ressalta.
Alguns pesquisadores realizam mutações clínicas para poder rastrear a evolução dos genes – uma técnica que tem identificado uma boa quantidade de genes com potencial para explicar esse mistério. “Por exemplo, os genes MCPH1 e ASPM, quando mutados, causam microcefalia [condição neurológica em que o tamanho da cabeça é menor do que o normal], o FOXP2 causa defeitos na fala – e os três apresentam sinais de pressão de seleção durante a evolução dos humanos, mas não dos chimpanzés. Assim, eles podem ter desempenhado um papel na evolução de cérebros grandes e na fala dos seres humanos”, explica Culotta.
Mesmo com essas evidências, a resposta final dos cientistas ainda está em aberto. Uma compreensão completa das características exclusivamente humanas, no entanto, inclui mais do que apenas o DNA. Os cientistas podem manter a discussão com uma linguagem demasiadamente sofisticada ou utilizar termos genéricos como “cultura” ou “tecnologia”. Estamos na era do genoma, mas ainda somos capazes de reconhecer que é preciso muito mais do que genes para se fazer um ser humano. Fonte hiperciencie
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